
Como qualquer pessoa pode notar, existem várias pequenas características que tornam um envolvimento romântico diferente de qualquer outro tipo de relacionamento que você vá ter na vida, seja um relacionamento profissional, um relacionamento familiar ou aquele tórrido, malicioso e sensual programa de relacionamento da sua companhia aérea. Isso porque afinal, por mais que você goste do seu trabalho, você não sonha com ele duas noites seguidas, por mais que você goste da sua avó, você não fica ansioso, nervoso e provando camisas diferentes quando vai sair com ela, e por mais que você ache bem bacana quando a Gol faz aquelas promoções e te deixa visitar seus tios em Floripa por metade do preço, não é por causa dela que você tem nutrido essa alegria boba e essa simpatia meio constrangedora por certas músicas da carreira-solo do Frejat sobre as quais você não quer falar muito agora porque essas coisas te deixam meio sem graça. E no meio de todas essas pequenas particularidades, existe uma que se torna realmente gritante quando um envolvimento amoroso é comparado com algum outro tipo de relacionamento: a necessidade de reciprocidade.








