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	<title>Just Wrapped &#187; Milton Neves</title>
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	<description>Anderson Leonardo e Cat Power discutindo a relação durante um almoço dançante no Largo do Machado</description>
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		<title>Dez textos de uma breve egotrip patrocinada</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 17:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joão baldi jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para os que não se lembram, 2010 foi basicamente o ano da virada aqui no Just Wrapped em termos de visibilidade, já que no mesmo curto período de tempo não apenas fomos apadrinhados pelo conglomerado Interbarney – lucrativo como um agiota do interior porém carinhoso como um afago de mãe – como  comecei a escrever [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter  wp-image-2822" src="http://justwrapped.interbarney.com/files/2012/03/evilabed.png" alt="" width="492" height="275" /></p>
<p style="text-align: justify">Para os que não se lembram, 2010 foi basicamente o ano da virada aqui no Just Wrapped em termos de visibilidade, já que no mesmo curto período de tempo não apenas fomos apadrinhados pelo conglomerado Interbarney – lucrativo como um agiota do interior porém carinhoso como um afago de mãe – como  comecei a escrever artigos para o Papo de Homem, um portal com um fluxo de leitores infinitamente maior do que esse humilde blog e cujo nome a galera efetivamente consegue pronunciar – “como se chama seu blog mesmo, joão? justiça na lapa? é isso?”.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-2821"></span></p>
<p style="text-align: justify">E a despeito de meus receios iniciais de que não fosse estar à altura desses novos desafios e do terror obviamente gerado pela idéia de ser lido por mais de 5 pessoas – sim, porque mesmo quando temos mais de 5 comentários eu sempre imagino que vocês gostaram tanto que estão inventando outros nomes e comentando diversas vezes para demonstrar afeto &#8211;  eu admito que essas duas experiências me fizeram amadurecer muito e ter possibilidades que eu nunca teria se continuasse no mundo da blogagem independente de raiz. E não falo apenas de ter sido acusado de plágio, ter minha sexualidade questionada, a qualidade do meu texto hostilmente discutida ou mesmo tratar um assunto em tom de brincadeira e ser citado num blog feminista como um caso de misoginia. Não, na verdade eu to falando de outras coisas. Coisas bacanas e tal.</p>
<p style="text-align: justify">Por isso aproveitando o pretexto criado por um <a href="http://papodehomem.com.br/os-melhores-textos-do-pdh-segundo-seus-proprios-autores/">post do PDH</a> no qual cada colaborador deveria escolher seus três melhores textos, resolvi relembrar aqui dez textos que eu produzi para o Papo de Homem e que moram no meu coração, seja pela qualidade, pela repercussão ou apenas porque eu adoro quando eu escrevo pra algum lugar e o primeiro comentário já informa que o meu foi o pior texto que aquele lugar já publicou. Sério, são coisas assim que aquecem meu coração nas noites frias do outono.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://papodehomem.com.br/5-coisas-que-os-quadrinhos-me-ensinaram-sobre-as-mulheres/">5 coisas que os quadrinhos me ensinaram sobre as mulheres</a> – Uma tentativa de ironizar a forma como os quadrinhos de super-herói refletem relacionamentos e interações entre gêneros, esse texto basicamente não foi compreendido por quase ninguém e gerou dezenas de comentários dizendo que eu não entendo nada sobre mulheres. Não que não seja verdade, já que eu não entendo mesmo, mas não foi esse texto que provou isso.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://papodehomem.com.br/twist-and-if-you-can-avoid-don%E2%80%99t-shout/">Twist and (if you can avoid, don’t) shout</a> – Um libelo contra a comunicação gritada e os berros em público, é possivelmente uma das ocasiões em que eu consegui expressar uma opinião de forma mais organizada, clara e coerente, o que, como qualquer pessoa que já falou comigo ao telefone ou me pediu uma sugestão de restaurante bem sabe, não é algo que role toda hora.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://papodehomem.com.br/hurley-uma-resenha-ou-por-que-voce-deve-aceitar-que-apessoas-e-bandas-mudam/">Hurley: uma resenha (ou por que você deve aceitar que pessoas e bandas mudam) </a>– Possivelmente o mais emocionado e profundo que o review de um disco que tem uma canção chamada &#8220;todos os meus amigos são insetos” pode ser, nesse texto eu não apenas abordei faixa por faixa esse simpático álbum do Weezer como também me lancei numa emocionada defesa do direito de toda banda ou pessoa de mudar, crescer, evoluir e achar bacana tirar fotos com o Jorge Garcia. Sério, muito bacana esse cara.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://papodehomem.com.br/algumas-possibilidades-e-impossibilidades-emocionais-da-internet/">Algumas possibilidades e impossibilidades emocionais da internet</a> – Uma simpática reflexão sobre os relacionamentos na era da internet, o twitter do Chewbacca e o fato de que uma vez, durante umas férias em Cabo Frio, eu comi ração de cachorro como se fosse petisco. Imperdível, como vocês podem ver.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://papodehomem.com.br/o-ronaldinho-nao-esta-tao-a-fim-assim-de-voce-e-outros-momentos-da-nao-paixao-esportiva/">O Ronaldinho não está tão a fim assim de você (e outros momentos da não-paixão esportiva)</a> – Escrito no calor do momento, logo após a transferência de Ronaldinho Gaúcho para a Gávea, é mais uma de minhas incursões pelo cronismo esportivo, abordando o profissionalismo no esporte, as mentiras que contamos para nós mesmos e como nos relacionamos com o futebol. Também vale a pena porque consegui mencionar lesmas do espaço dentro do texto de forma coerente, algo que sempre tento fazer mas poucas vezes consigo.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://papodehomem.com.br/algumas-reacoes-imediatas-apos-um-final-de-namoro/">Algumas reações imediatas após um final de namoro</a> – Praticamente um guia condensado de auto-ajuda em relacionamentos, esse é um dos textos que possivelmente virão morder meu pé quando a minha namorada terminar comigo e eu me afogar em brigadeiro rosa de panela, reprises de “Simples como amar” e telefonemas dados de madrugada contando sobre minha vida para serviços de entrega de comida.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://papodehomem.com.br/and-the-last-thing-i-saw-was-you/">“…and the last thing i saw was you”</a> – Mais um conto sem final feliz baseado numa canção do Sondre Lerche com um protagonista hesitante e de perspectivas amorosas não tão animadoras. No final faço uma crítica feroz ao valor cobrado pelas bebidas alcoólicas nos aeroportos brasileiros. É esse o país da Copa?</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://papodehomem.com.br/futebol-religiao-politica-e-outros-assuntos-que-a-gente-nao-discute-mas-deveria/">Futebol, religião, política e outros assuntos que a gente não discute (mas deveria)</a> – Um convite à discussão sensata e racional numa era que prima pela trollagem e pelo comentarismo descompromissado, esse texto é possivelmente o mais próximo que eu algum dia vou chegar de escrever algo que depois as pessoas vão distribuir pela internet dizendo que é do Luis Fernando Veríssimo ou do Arnaldo Jabor. Contém menções significativas ao Campeonato Brasileiro de 1987 para que eu possa considerá-lo um texto “polêmico”.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://papodehomem.com.br/analise-combinatoria/">Análise combinatória</a> – Mais um conto de final nada feliz, envolvendo romance, transporte rodoviário, orelhas de abano e uma serralheria no interior de Minas. Porque bem, não existe amor onde existe venda promocional de compensados de madeira.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://papodehomem.com.br/jogador-de-futebol-um-trabalho-igual-a-qualquer-outro/#comments">Jogador de futebol: um trabalho igual a qualquer outro</a> – Mais uma profunda reflexão destinada a me garantir um espaço numa mesa redonda da RedeTV ao lado de Nasi, do ex-goleiro Ronaldo e possivelmente de um Vampeta alcoolizado, nesse texto abordo a visão que temos do jogador de futebol enquanto profissional e porque devemos evitar matá-lo ainda que em nossos corações saibamos que ele merece. Também tem uma foto do Marcos Assunção quase beijando um cara, pra quem curte esse conceito.</p>
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		<title>Publieditorial #19: Quem sabe um dia em Marrakesh&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 00:46:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joão baldi jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Amigos, o Magic Pagode foi indicado ao Judão Tchananã Awards na categoria de Melhor Tumblr do ano de 2010, para meu orgulho e alegria. Mas mais do que um êxito pessoal num ano muito legal da minha vida, mais do que um grande passo na nossa luta pelo reconhecimento do pagode noventista como movimento cultural [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://justwrapped.interbarney.com/files/2011/01/Belo.Gracyanne.Titanic.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2466" src="http://justwrapped.interbarney.com/files/2011/01/Belo.Gracyanne.Titanic.jpg" alt="" width="416" height="276" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Amigos, o <a href="http://magicpagode.tumblr.com/">Magic Pagode</a> foi indicado ao Judão Tchananã Awards na categoria de Melhor Tumblr do ano de 2010, para meu orgulho e alegria. Mas mais do que um êxito pessoal num ano muito legal da minha vida, mais do que um grande passo na nossa luta pelo reconhecimento do pagode noventista como movimento cultural relevante para a sociedade contemporânea, mais do que um sinal de que o nosso país já está preparado para retirar do ostracismo pessoas como Salgadinho, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=CtB9-2LkqKI">o coreógrafo do grupo Razão Brasileira</a> ou mesmo o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=iCgj3vh5SKc&amp;feature=related">Roberto Leal</a> (que nunca cantou pagode, mas é um cara bacana também), essa indicação é uma vitória de cada um de nós e de todos vocês.</p>
<p style="text-align: justify">Por isso além de pedir seu voto para que possamos levar essa taça e dedicar o prêmio ao Royce do Cavaco, gostaria de agradecer a todos que apoiaram e prestigiaram esse audacioso projeto desde a sua criação até esse momento de glória. Em algum lugar, com toda a certeza, Agepê está sorrindo para nós, provavelmente por outra razão.</p>
<p style="text-align: justify">Para votar no Judão Tchananã Awards 2010, clique <a href="http://judao.mtv.uol.com.br/tchanana-awards/">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Para ver de novo o clipe do Razão Brasileira e tentar decorar esses passinhos, clique <a href="http://www.youtube.com/watch?v=CtB9-2LkqKI">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Para ver um vídeo com William Shatner recitando “My Way” para George Lucas cercado por stormstroopers, que não tem absolutamente nada a ver com esse assunto mas é espetacular, clque <a href="http://www.youtube.com/watch?v=MDIBchVxSmE">aqui</a>.</p>
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		<title>Top 7 – Grandes momentos do Just Wrapped em 2010</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Dec 2010 12:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joão baldi jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E então é Natal. Mas ao invés de perguntar o que você fez e te dar aquele momento desconfortável de retrospectiva do ano, lembrando das aulas que você matou na academia, seu namoro que acabou e seu bicho de estimação (um furão cego) que morreu após tentar nadar na privada, resolvi listar aqui os 7 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://www.editorajaboticaba.com.br/img/galerias/0005/amaury%20jr%20e%20goulart%20de%20andrade%2002.jpg" alt="" width="384" height="256" /></p>
<p style="text-align: justify">E então é Natal. Mas ao invés de perguntar o que você fez e te dar aquele momento desconfortável de retrospectiva do ano, lembrando das aulas que você matou na academia, seu namoro que acabou e seu bicho de estimação (um furão cego) que morreu após tentar nadar na privada, resolvi listar aqui os 7 grandes momentos do Just Wrapped em 2010, tomando como referência os textos mais acessados pelos nossos sensatos e sempre criteriosos leitores. Aproveitem então essa bela viagem pelo que este blog teve de mais emocionante, épico e até mesmo fofo no ano neste ano que passou, com um forte abraço a todos os envolvidos. Vem comigo!</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-2393"></span></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://justwrapped.interbarney.com/2010/09/15/habitos-humanos-que-voce-nao-conseguiria-explicar-para-um-alienigena-45-46-e-47/">“Hábitos humanos que você não conseguiria explicar para um alienígena #45, #46 e #47”</a> – Um breve texto sobre alguns momentos de pura irracionalidade humana envolvendo ciúmes, comida e garçons, não necessariamente nessa ordem. Pra você que de vez em quando se sente como o Sr. Spock e acha essas emoções humanas muito confusas.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><a href="http://justwrapped.interbarney.com/2010/05/13/top-5-%e2%80%93-problemas-de-se-tornar-o-ultimo-solteiro-do-grupo/">“Top 5 – Problemas de se tornar o último solteiro do grupo” </a>– Um breve e emocionado relato sobre os problemas de ser o derradeiro bastião da solteirice no meio de um grupo de amigos totalmente comprometidos com isso de ter algum compromisso gerador de comprometimento.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><a href="http://justwrapped.interbarney.com/2010/02/20/top-5-%e2%80%93-armadilhas-classicas-de-comeco-de-namoro/">“Top 5 – Armadilhas clássicas de começo de namoro”</a> – Escrito em homenagem a um amigo, este texto é, mais do que uma crônica, um alerta para todos que estão num começo de relacionamento e merecia ser transformado num tema de Globo Repórter, porque falar só de obesidade e natureza já está dando no saco.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://justwrapped.interbarney.com/2010/02/12/top-5-ex-vocalistas-de-grupos-de-pagode/">“Top 5 – Ex-vocalistas de grupos de pagode”</a> – Mais uma colaboração minha para essa tarefa hercúlea que é resgatar um pouco da história do pagode noventista, este texto reúne uma breve biografia de 5 dos maiores ex-vocalistas de grupos de pagode que o Brasil conheceu. Leitura obrigatória pra você que se emociona vendo reprises do Som Brasil no canal Viva. De bônus vai um texto de 2009 sobre os <a href="http://justwrapped.interbarney.com/2009/11/06/top-5-cancoes-mais-bonitas-de-alexandre-pires/">grandes sucessos de Alexandre Pires</a>, já que você está no clima.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://justwrapped.interbarney.com/2010/09/13/top-4-%e2%80%93-breves-possibilidades-de-sequela-emocional-moderada-que-so-o-twitter-oferece/">“Top 4 – Breves possibilidades de seqüela emocional moderada que só o Twitter oferece”</a> – Misturando psicologia, análise de mídias sociais e excesso de tempo livre, fiz um breve resumo de algumas das possíveis seqüelas emocionais que esse universo em expansão chamado twitter oferece aos seus usuários, sem mencionar os tweets do Serguei.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><a href="http://justwrapped.interbarney.com/2010/08/18/pequenos-dialogos-de-extrema-maturidade-46/">“Pequeno diálogo de extrema maturidade #46”</a> – Texto de extrema maturidade sobre esse tema recorrente na nossa sociedade moderna, o ciúme. Em breve sendo transformado num filme com Selton Mello e Wagner Moura.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://justwrapped.interbarney.com/2010/09/17/sobre-o-elogio-o-flerte-a-cantada-e-a-meta-cantada/">“Sobre o elogio, o flerte, a cantada e a meta-cantada”</a> – Mais um passo no meu eterno projeto de tentar taxonomizar e classificar todas as etapas do processo romântico, este texto explica a diferença entre estes quatro conceitos tão freqüentemente confundidos por pessoas menos experientes, mais empolgadas e um tanto quanto alcoolizadas.</p>
<p style="text-align: justify">
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		<title>Publieditorial #13: Um apelo pessoal</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Dec 2010 13:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joão baldi jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Devido a alguns problemas de comunicação com a editora, parece que tem sido bem complicado obter cópias dos dois volumes das coletâneas de contos das quais eu participei e que saíram pela Belacop no decorrer deste ano (e eu fico muito grato mesmo aos que tentaram). Então, ainda que eu sinceramente ache que poderia ser [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://ottodestruct.com/wp-content/uploads/astleyappeal.jpg" alt="" width="460" height="144" /></p>
<p style="text-align: justify">Devido a alguns problemas de comunicação com a editora, parece que tem sido bem complicado obter cópias dos dois volumes das coletâneas de contos das quais eu participei e que saíram pela Belacop no decorrer deste ano (e eu fico muito grato mesmo aos que tentaram). Então, ainda que eu sinceramente ache que poderia ser mais interessante manter um baixo número de exemplares no mercado para que o livro algum dia se torne cult, tomei a atitude de conseguir mais algumas cópias para que eu mesmo possa realizar a venda direta, na base da amizade e da parceria, sem abuso, sem abuso, como diria Leandro Lehart.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-2372"></span></p>
<p style="text-align: justify">Os interessados em adquirir alguma dessas duas obras seminais e que representam <a href="http://umaverdadeirarevolucao.tumblr.com/">uma verdadeira revolução</a> na literatura brasileira, podem fazer contato através do <span style="text-decoration: underline">gmail jotaluisjunior</span>. Os contos que estão no primeiro volume são “Uma história de detetive” e “Você deveria ir nas festas certas”, enquanto no segundo está “99 beijos perdidos”. O preço é de R$16,00 mais a taxa de entrega, porque somos amigos, eu sou um escritor iniciante, mas vamos com calma. A dedicatória na primeira página é claramente opcional porque eu escrevo com letra de fôrma e sempre sai feio. Mas posso pedir pra alguém com letra bonita escrever por mim se vocês quiserem.</p>
<p style="text-align: justify">Em outra notícia relacionada, aviso aqueles que torcem pra que eu seja publicado – ainda que sim, eu sei que várias vezes dizem isso só pra me levar pra cama. e admito, envergonhado, que quase sempre funciona – que finalmente estou terminando a revisão daquele primeiro livro de contos (sim, aquele) e começando um draft de crônicas/contos/etc pra tentar montar um livro com o que saiu de melhor no Just Wrapped pré-Interbarney. Com isso fica claro que meu projeto pra 2011 é ser continuamente rejeitado por editoras e meu projeto pra 2012 é publicar uns 4 livros de forma independente (já que comecei outro livro de contos e desconfio que vou escrever um bocado ano que vem).</p>
<p style="text-align: justify">No mais desejo a todos um bom sábado, um domingo repleto de realizações e que Julian Assange não vaze pra ninguém aqueles seus emails com filmes pornôs envolvendo anões.</p>
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		<title>Novas diretrizes em tempos de paz – II</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 10:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joão baldi jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E ao que parece concluímos a nossa migração para o novo portal com êxito. Os serviços de tecnologia da informação e suporte técnico do conglomerado Interbarney transferiram com genialidade e maestria os arquivos do antigo blog para o novo (com agradecimentos especiais ao @ezulian, um dos últimos praticantes da TI arte, da TI moleque, da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.flickdirect.com/images/movies/star-wars-new-hope/star-wars-new-hope_1.jpg" alt="" width="360" height="240" /></p>
<p style="text-align: justify">E ao que parece concluímos a nossa migração para o novo portal com êxito. Os serviços de tecnologia da informação e suporte técnico do conglomerado Interbarney transferiram com genialidade e maestria os arquivos do antigo blog para o novo (com agradecimentos especiais ao <a href="http://twitter.com/#!/ezulian">@ezulian</a>, um dos últimos praticantes da TI arte, da TI moleque, da TI de pé no chão e sorriso no rosto); o novo header, criado especialmente pelo meu amigo Gustavo Coelho usando uma arte do Mike Allred ficou bacana, os textos novos estão mantendo o mesmo padrão dos antigos (seja isso bom ou ruim), o blogroll com amigos e parceiros já está atualizado (e você, meu amigo, que deixou o seu blog parado durante seis meses agora voltou a atualizar, me avise, por favor) e tenho certeza que a qualquer momento o telefone vai tocar e vai ser o pessoal da revista Capricho me chamando pra sair na capa sem camisa. Mas além dessas, existe mais uma emocionante novidade neste novo momento do Just Wrapped.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-2299"></span></p>
<p style="text-align: justify">Diante dessa nova fase do blog, que tal qual uma fase de Super Mario World, nos oferece várias opções, muita diversão e a chance de pular em cima de tartarugas e usar um macacão branco pra sair cuspindo fogo, acontecerá uma pequena mudança para refletir esse que também é um novo momento em minha vida: o blog passará a ser atualizado apenas duas vezes por semana. Sim, amigos, um texto a menos, uma emoção a menos, um contato carinhoso semanal a menos. E antes que algum de vocês ache que isso é um sinal de que arrumei uma namorada, mudei de emprego, encontrei Jesus num site de relacionamentos e mudei de religião ou qualquer uma dessas coisas que fazem com que as pessoas abandonem blogs, já aviso que não, na verdade é exatamente o contrário.</p>
<p style="text-align: justify">Como alguns de vocês sabem, eu levo isso de escrever meio a sério. Não muito a sério porque eu não consigo levar nada muito a sério (exceto talvez paintball e jogos de futebol manager), mas o mais a sério que eu consigo levar algo. E como eu faço todo final de ano eu decidi que nesse próximo ano vou me dedicar mais a escrever, principalmente ficção e tentar dar mais gás em certas coisas que eu gosto, mas faço pouco, como escrever roteiros e derivados, e achei que uma parte importante desse processo seria organizar melhor a minha produção, pra tentar esquematizar e separar um tempo para cada tipo de coisa que eu escrevo. Tempo pro blog, tempo pras colaborações em outros sites, tempo pros projetos pessoais, tempo pros roteiros, tempo pras esquetes com fantoches de meia que eu faço e nunca tenho coragem de colocar no youtube, tempo pra essas coisas todas.</p>
<p style="text-align: justify">Por isso de dezembro em diante o Just Wrapped passa a ser atualizado toda terça e quinta, garantindo sempre que eu tenha assuntos relevantes a tratar, tesão em escrever e possa proporcionar aquela experiência literária recompensadora e excitante de sempre. Ou bem menos, vocês me conhecem e sabem como as coisas são por aqui.</p>
<p style="text-align: justify">Mas isso não significa necessariamente que os que quiserem vão ter menos material meu pra ler, já que diante das pilhas de material ruim, rascunhos, textos incompletos ou apenas coisas que não eram legais o bastante pra entrar no blog, eu decidi criar um <a href="http://bsideband.wordpress.com/">blog de b-sides</a>, com tudo que não mereceu entrar no Just Wrapped mas conseguiu criar em mim vínculo emocional o bastante pra que eu não tivesse coragem de deletar e fingir que nunca escrevi. Ou seja, clicando <a href="http://bsideband.wordpress.com/">aqui</a> você pode ter acesso a esse submundo de textos complexados, carentes e rejeitados onde vários top 5 tem apenas três itens, contos terminam no meio de frases e eu sou capaz de escrever versinhos. Sim, versinhos, amigos. É um novo mundo de constrangimento que se abre e vocês podem estar lá se tiverem coragem.</p>
<p style="text-align: justify">Então é isso, pessoal. Eu iria dizer que às terças e quintas aqui no blog, á partir de dezembro, temos um compromisso, mas eu realmente não gosto dessa palavra, então vamos dizer que estamos numa “relação casual sistemática pré-combinada por tempo indeterminado”, que parece colocar menos pressão pros dois lados e ninguém fica com medo de partir o coração do outro. Forte abraço e até a próxima.</p>
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		<title>Top 5 – Grandes comentários cheios de presença da Copa do Mundo de 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 11:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joão baldi jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Neves]]></category>
		<category><![CDATA[casagrande pedindo uma brahma na ambulância]]></category>
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		<category><![CDATA[ódio no coração]]></category>

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		<description><![CDATA[“A culpa é da Jabulani”: “A culpa é da bola” é o novo “a culpa é da sociedade”, servindo de justificativa para qualquer chute errado, passe bizarro, lançamento sem sentido ou falta violenta em que nem mesmo dava pra notar a bola no campo de visão da câmera. Essa verdade conveniente somada a dados bizarros [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://extra.globo.com/fotos/2007/09/23/23_MHG_sp_casagrande1_2309.jpg" alt="" width="461" height="294" /></p>
<p style="text-align:justify"><span style="text-decoration:underline">“A culpa é da Jabulani”</span>: “A culpa é da bola” é o novo “a culpa é da sociedade”, servindo de justificativa para qualquer chute errado, passe bizarro, lançamento sem sentido ou falta violenta em que nem mesmo dava pra notar a bola no campo de visão da câmera. Essa verdade conveniente somada a dados bizarros como os resultantes dos <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/nasa-explica-mudancas-na-rota-da-jabulani-27062010-3.shl?2">testes da NASA com a bola da Copa</a> (“à partir dos 75 km/h a Jabulani se torna imprevisível e pode se portar de qualquer maneira imaginável. ou seja, você chuta uma bola e o que chega no goleiro é um filhote de pingüim, por exemplo”), levou a um nível de atenção extremamente insólito, que nenhuma bola jamais havia recebido na história dos mundiais (a bola da Copa de 70, por exemplo, não tinha nome, sendo chamada apenas de “a bola”), gerando mais um tsunami de clichês entre os comentaristas esportivos brasileiros.</p>
<p style="text-align:justify"><span id="more-1716"></span></p>
<p style="text-align:justify"><span style="text-decoration:underline">“No Brasil isso seria pênalti”</span>: Sim, no Campeonato Brasileiro isso seria pênalti, no Carioca seria pênalti e expulsão, no campeonato daqui da empresa seria pênalti, expulsão e advertência na carteira de trabalho, e se essa falta tivesse sido feita no meu filho de 5 anos eu pegaria o pai do outro garoto na porrada. Mas e daí, o que isso traz de novo? Esse tipo de comparação sem sentido (“ah, esse lateral da França não teria vaga nem no São Caetano, Luciano!”) não só não acrescenta nada em termos de informação como ainda enche o saco e insinua que não existe nenhum tipo de padronização em termos de arbitragem, além de fazer parecer que na Europa o futebol é algo parecido com o rúgbi, enquanto aqui no Brasil é que o futebol é algo parecido com uma aula de ballet para crianças com pele sensível e ossos frágeis.</p>
<p style="text-align:justify"><span style="text-decoration:underline">“Não existe mais time bobo”</span>: Um dos conceitos mais instigantes do futebol atual, a idéia de que “não existe mais time bobo” visa, ao contrário do que parece, não ressaltar o salto de qualidade do futebol ao redor do mundo nascido da popularização do esporte ou mesmo o aumento de competitividade das equipes médias e pequenas em comparação com as grandes, proporcionando partidas mais equilibradas e resultados mais imprevisíveis. Não, nada disso. Ela serve apenas pra ter algum tipo de justificativa vagabunda caso o Brasil empate em casa com as Ilhas Maurício com um pênalti perdido por eles.</p>
<p style="text-align:justify"><span style="text-decoration:underline">“Os africanos não param de comemorar”</span>: Não perdendo nunca uma chance de reforçar um estereótipo (“africanos são um povo feliz e barulhento que gosta de tambor”), os comentaristas e narradores sempre se impressionam com a empolgação dos torcedores africanos que comemoram cobrança de lateral, vibram com substituição e fazem ola até pro pessoal que rega o campo. Mas pense comigo: Copa do Mundo no seu país, você de folga, ingresso com desconto, venda de cerveja liberada durante a partida. Amigos, até eu que sou mais blasé iria estar sem camisa, com uma bandeira da Croácia (que nem foi pra Copa) pintada na barriga, gritando um monte de bobagem e pulando non-stop durante 90 minutos, só parando quando a segurança me dissesse um “senhor, já estamos em 2011, pode parar&#8230;sério&#8230;”.</p>
<p style="text-align:justify"><span style="text-decoration:underline">“É bonito ver o Robinho e o Kaká assim, alegres”</span>: Sério, quando você viu o Robinho triste? Robinho jogando: alegre. Robinho na noite: alegre. Robinho forçando saída de um clube: alegre. Robinho discutindo com treinador: alegre. Robinho sendo acusado de estupro na Inglaterra: alegre. Robinho sambando em cima de um pedaço de presunto ao som de Beyoncé numa propaganda da Seara: alegre. O Robinho está alegre o tempo todo, caramba. Grandes merdas ele estar sorrindo então. Já quanto ao Kaká, eu realmente não cobraria alegria de um cara que tem uma pubalgia se levasse em conta que ele sente dor sempre que corre, passa, chuta ou, sei lá, respira. Fora que se alegria resolvesse jogo o Dunga convocava um ursinho carinhoso e não o Felipe Melo (que não sabe o que é amor) e o Lúcio (que não sorri desde 1983).</p>
<p style="text-align:justify">
<p style="text-align:justify">
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		<title>Sobre o livro</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 11:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joão baldi jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Good News]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Neves]]></category>
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		<category><![CDATA[livro]]></category>
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		<description><![CDATA[E o livro chegou. Foi numa quinta-feira insólita, em que eu tinha feito coisas tão esquisitas quanto malhar sem me sentir miserável depois, assistir duas aulas da auto-escola, ser produtivo e pró-ativo no trabalho e cantar Accidentally in Love no centro do Rio junto com um cara usando um nariz e uma peruca de palhaço [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><a href="http://justwrapped.interbarney.com/files/2010/05/foto-livro-blog.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1508" title="foto-livro-blog" src="http://justwrapped.interbarney.com/files/2010/05/foto-livro-blog.jpg" alt="" width="480" height="360" /></a></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align:justify">E o livro chegou. Foi numa quinta-feira insólita, em que eu tinha feito coisas tão esquisitas quanto malhar sem me sentir miserável depois, assistir duas aulas da auto-escola, ser produtivo e pró-ativo no trabalho e cantar Accidentally in Love no centro do Rio junto com um cara usando um nariz e uma peruca de palhaço (sim, eu sei, é estranho. como assim eu fui na academia sem sentir dor, certo?). E aí quando eu cheguei em casa dois pacotes me esperavam: um era o “Story”, do Robert Mackee, um livrão sobre roteiro que eu comprei (porque um dia, sim, amigos, um dia, eu ainda irei escrever o roteiro da adaptação do Besouro Azul para os cinemas) e o outro era um pacote maior e mais simpático, com a editora de São Paulo como remetente. E lá estavam eles (mas também, o que mais poderia estar? um falcão maltês? um dos muppets?). Verdinhos, simpáticos, com meu nome na última capa e dois contos meus dentro. E admito, foi uma sensação muito boa.</p>
<p style="text-align:justify">Mas vou poupar vocês da longa digressão que resumiria os grandes momentos legais da minha vida (mesmo porque ainda que eu ache divertido falar com vocês da minha primeira HQ ou do meu primeiro curta exibido num festival, acho que a gente realmente não quer discutir a minha primeira vez ou entrar de novo no lance da corrida nudista coberto pela pele de capivara) e ir logo para os aspectos mais&#8230;práticos da coisa, abrindo apenas um colchete de duas linhas pra expressar a minha felicidade neste momento.</p>
<p style="text-align:justify"><span id="more-1507"></span></p>
<p style="text-align:justify">[Estou feliz pra caramba e seria realmente capaz de abraçar as pessoas hoje, e não desse jeito que eu abraço, mas apertado, tipo a maldita Felícia, saca?]</p>
<p style="text-align:justify">O livro é, como eu já disse, uma coletânea. São 22 contos, de 20 autores (sobre os quais eu não posso falar muito, porque ainda não li o livro, mas que poderiam ter me avisado antes que apenas eu usaria o espaço da mini-biografia pra fazer piadinhas. sério, ficou chato pra mim, galera), e eu, como também já disse antes, tenho lá dois contos: “<span style="text-decoration:underline">Uma história de detetive</span>”, que é&#8230;bem&#8230;uma história de detetive (sobre o que mais seria, certo?) e o outro, “<span style="text-decoration:underline">Você deveria ir apenas nas festas certas</span>”, que é uma bad trip sobre uma mulher que resolve ir numa festa de reencontro da sua antiga turma de colégio (não, você nunca viu isso antes. e se viu foi porque me copiaram, sério). A capa é de um verde esperançoso e agradável (que vai fazer uma composição muito legal na sua estante), a editora é a Belacop Livros, de São Paulo e o título oficial dele é “20 cabeças e 22 contos imperdíveis” (ainda que eu esteja chamando-o de “meu amor”, temporariamente), sendo composto por 172 páginas de um papel que eu realmente não sei dizer qual é. E não sei dizer exatamente se isso seria importante e tal.</p>
<p style="text-align:justify">Já no que tange a distribuição e a logística, eu recebi umas cópias, como autor, e elas devem ficar pra família (tenho certeza que minha mãe vai conseguir achar alguma forma de me deixar constrangido com isso e que meu pai vai usar o livro como calço de mesa, mas não posso evitar) e pra mim (porque, como eu disse, são poucas), ainda que eu sinceramente quisesse mandar uma cópia pra cada um de vocês, com dedicatória e tudo, pela força e apoio que vocês me deram esse tempo todo, com especial afeto para aqueles que disseram que eu sou inteligente, engraçado e sensual/sexy. Todos vocês tem um pouquinho de culpa por isso e possivelmente serão judicialmente acionados em breve, portanto não aceitem assinar nada sem seus advogados.</p>
<p style="text-align:justify">Para quem tiver interesse em comprar uma cópia (e deus abençoe você e seus descendentes, e que todos os seus inimigos sejam forçados a assistir Elektra e Mulher-Gato, na versão do diretor), a editora vai disponibilizar a venda on-line em cerca de um mês (or so they said), e eu vou ser o primeiro a falar disso aqui no blog, além de iniciar uma campanha maciça na mídia sobre o livro (piada, eu sou tímido demais pra isso). E bem, foi isso. Esperem mais novidades para breve.</p>
<p>﻿</p>
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		<title>Sobre o livro do Zé</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 11:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joão baldi jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Book Review]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Neves]]></category>
		<category><![CDATA[amigos]]></category>
		<category><![CDATA[gente com nome composto]]></category>
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		<category><![CDATA[livro]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu nunca acreditei muito nisso de conhecer pessoas pela internet. Primeiro porque é uma coisa muito parcial, extremamente fragmentada e profundamente seletiva. Você vai ver da pessoa a foto que ela quiser mostrar, ler o que ela escreveu com tempo pra revisar e saber dela apenas o que ela quiser que você saiba (o que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><a href="http://justwrapped.interbarney.com/files/2010/05/livro-do-ze.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1453" title="Livro do Zé" src="http://justwrapped.interbarney.com/files/2010/05/livro-do-ze.jpg?w=220" alt="" width="220" height="298" /></a></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align:justify">Eu nunca acreditei muito nisso de conhecer pessoas pela internet. Primeiro porque é uma coisa muito parcial, extremamente fragmentada e profundamente seletiva. Você vai ver da pessoa a foto que ela quiser mostrar, ler o que ela escreveu com tempo pra revisar e saber dela apenas o que ela quiser que você saiba (o que realmente me faz sempre achar que as pessoas que parecem assustadoramente malucas na internet são mais assustadoramente malucas ainda na vida real ou apenas assustadoramente mais sinceras do que a média). E segundo porque minha mãe sempre me disse pra não me encontrar com “gente que eu tivesse conhecido no computador”, o que elimina não só amigos virtuais como também o clipe gigante do Word e o Duke Nukem, mesmo ele sendo 3D. E não, não vamos poder ir ao cinema juntos, Princesa Cogumelo.</p>
<p style="text-align:justify">Ainda assim, principalmente por causa dos blogs (o meu e o de outras pessoas) eu acabei desenvolvendo laços de amizade com gente que eu sinceramente nunca vi antes e com quem muito provavelmente não devo topar tão cedo. Seja por causa do carinho que eu tenho pelos leitores disso aqui (eu levaria cada um de vocês ao cinema e pagaria a pipoca, sério. mas não, não seguraria na mão dos leitores homens nas cenas mais assustadoras. somos só amigos, cara) seja pelo respeito que eu tenho pelas pessoas da barrinha da direita cujos blogs eu sempre leio e cujos textos várias vezes me ajudam a não dormir no trabalho (e sério, eu acho que vocês deveriam atualizar seus blogs com mais freqüência, porque tenho passado vergonha em várias reuniões).</p>
<p style="text-align:justify"><span id="more-1452"></span></p>
<p style="text-align:justify">E uma dessas pessoas é o Zé, ou José Eduardo, um cara de Goiânia que eu nunca vi, mas que se tornou um dos meus escritores favoritos com o passar do tempo. Não apenas pela amizade que eu tenho pelo cara, que parece ser uma grande pessoa (ainda que ele possivelmente me ache meio fanfarrão demais e eu sinceramente tenha dificuldades pra aceitar um cara que não gosta de futebol), mas pela qualidade do que ele escreve. Seja pela dificuldade óbvia de escrever poesia ou prosa poética, coisa que ele faz muito bem (todo mundo acha fácil, mas escrever poesia é uma das coisas mais difíceis do mundo. 90% da poesia que eu leio me deixa a)preocupado com o autor; b) constrangido; c)chateado ou d) preocupado com o autor, constrangido e chateado) e depois pela sensibilidade pro texto, os temas e uma grande capacidade pra escolher a palavra certa, o tom certo pra cada situação. O Zé é o tipo do cara que deveria escrever mais e cujas cartas as ex-namoradas deveriam guardar muito bem, porque quando ele entrar pros livros de literatura vai dar pra tirar uma grana boa nisso.</p>
<p style="text-align:justify">Mas todo esse preâmbulo e essa puxação de saco foram (além de motivadas pelo fato de que eu adoro preâmbulos, claro) pra dizer que o Zé teve um livro publicado. E além de ter o livro publicado (meus grandes parabéns de novo, cara) ele ainda, num gesto que deve ter valido pra ele mil pontos em termos de karma e elevado o ki dele a ponto de poder soltar bolas de fogo pelas mãos, me enviou uma cópia, que eu estou lendo com toda a calma do mundo (eu leio rápido os livros ruins e tento ler devagar os livros bons. eu sei, não faz sentido nenhum, mas vocês já devem ter notado que isso é normal por aqui) e por enquanto tem sido uma das melhores leituras que eu fiz esse ano (e eu acho que vai continuar assim, a não ser que ele resolva usar as páginas finais pra contar histórias de acampamento). Ou seja, obrigado de novo.</p>
<p style="text-align:justify">Então se vocês ainda não conhecem o blog do Zé (<a href="http://ouvidosmudos.blogspot.com/">que é esse</a>) dêem uma lida. E se vocês tiverem que comprar algum livro de poesia esse ano e por alguma razão (que realmente me escapa, desculpem) resolverem ouvir a minha opinião sobre o assunto, dêem preferência pro livro desse cara. Ah, e se tudo isso que eu disse não te convenceu, saiba: ele tem uma banda. Todo mundo adora pessoas que tem uma banda.</p>
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		<title>Não-post #1 – A garota gordinha de Malhação</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 18:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joão baldi jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Milton Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo (Su)Real]]></category>
		<category><![CDATA[declarações infelizes]]></category>
		<category><![CDATA[garotas]]></category>
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		<category><![CDATA[peso]]></category>
		<category><![CDATA[textos feitos por impulso]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia é raro que eu assista TV, principalmente a aberta. A internet, os quadrinhos, o vídeo-game e até mesmo a vida real (ou surreal, vai saber) acabaram reduzindo meu tempo na frente da tela a momentos bem específicos, como ver futebol (sempre que tem alguma partida sendo exibida) e ver Bones, quando eu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://justwrapped.interbarney.com/files/2010/09/chubbiesad.jpg?w=225" alt="" width="300" height="400" /></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align:justify">Hoje em dia é raro que eu assista TV, principalmente a aberta. A internet, os quadrinhos, o vídeo-game e até mesmo a vida real (ou surreal, vai saber) acabaram reduzindo meu tempo na frente da tela a momentos bem específicos, como ver futebol (sempre que tem alguma partida sendo exibida) e ver Bones, quando eu realmente não tenho outra coisa pra fazer (não que eu ame Bones, é apenas que sempre coincide de estar passando Bones, não se explicar por que). Por isso minha cota de TV aberta acaba sendo utilizada uma vez por mês ou até menos, quando viajo para Juiz de Fora e acompanho a animada programação televisiva escolhida pela minha querida mãe, que inclui desde doses fartas de Rodrigo Faro e Sílvio Santos até aplicações homeopáticas de novela das 8 e “Todo mundo odeia o Chris”. Mas acabou calhando de numa dessas semanas passadas eu chegar em casa um pouco mais cedo e conseguir assistir um capítulo inteiro da atual temporada de Malhação (mesmo porque seria improvável conseguir assistir um capítulo da temporada passada, acho)</p>
<p style="text-align:justify"><span id="more-1417"></span></p>
<p style="text-align:justify">A primeira coisa que eu notei é que não dá pra entender direito o que acontece pelo excesso de personagens, já que os roteiristas pareceram tentar explorar todo e qualquer estereótipo de jovem já visto na cultura mundial. Tem o galã cantor, o geek, o esportista, a garota fashion, o atleta não tão esperto assim, a garota muçulmana (?!), a gordinha gente boa e por aí vai, todos juntos numa folia louca e cheia de suco de beterraba. E admitidamente a personagem que eu mais guardei na memória foi a da “gordinha b” (porque já existia outra gordinha, eu acho), pelo fato de que, bem, ela não me pareceu gordinha e a coisa toda dela se achar gorda e das outras pessoas falarem que ela é gorda acabou soando meio bizarra e sem sentido, quase como se no colégio a minha turma se juntasse pra me zoar por ser albino, canhoto ou algo parecido. Mas diante do protagonista filho do Fábio Junior patinando no gelo com um violão eu achei melhor apenas deixar pra lá, vida que segue, tudo muito bom, tudo muito bem. Vamos ver Bones e pronto.</p>
<p style="text-align:justify">Não foi exatamente uma surpresa então ver no site da Globo uns dias atrás que essa personagem, a da “garota gordinha b”, iria passar por uma transformação e voltar reformulada para a novelinha, já que a história da gata borralheira não é nada que vá merecer do Zagallo um “aí sim, fomos surpreendidos novamente”. O choque foi quando eu cliquei no link e descobri que depois da reformulação ela ficou significativamente menos interessante do que antes, perdendo todo o look nerd engraçadinha em prol de uma postura mais pistoleira fashion, o que foi uma baixa significativa em termos de potencial para a glória e a vitória. Fora que bem, eu cliquei em um link do Globo.com sobre Malhação, só isso já é chocante, vamos admitir.</p>
<p style="text-align:justify">Daí veio a idéia de escrever sobre o tema. Primeiro porque Malhação cada dia entra mais numa espiral mais delirante, já que antigamente era uma novelinha sobre um cara virgem de 20 anos que defendia seu direito de não fazer sexo (?!) e hoje tenta convencer garotas que não são gordas de que elas precisam emagrecer; depois porque eu admito que sempre tive mais atração pelas não-magras, falsas magras e até mesmo pelas gordinhas do que pelas garotas muito magras (aquelas que parecem estar a beira de quebrar), e terceiro porque eu gosto de defender certas bandeiras, como a das garotas de óculos, já defendida num blog anterior e a do pastel de pizza (que não tem pizza dentro mas sim apenas presunto e queijo, sendo portanto uma fraude) Mas aí eu comecei a pensar e vi que bem, não dá pra escrever sobre algo assim.</p>
<p style="text-align:justify">Isso porque falar sobre o tema “garotas gordinhas” é algo que evidentemente vai resultar em problemas. Primeiro porque eu teria que descrever a minha visão do que é uma falsa magra, o que é uma gordinha e por aí vai, o que com certeza não iria terminar bem pra mim (hatemail garantido, eu acho). Depois porque quando eu digo que tenho uma queda por garotas não tão magras, isso pode ser interpretado por alguma garota com quem eu já fiquei como um “ele tá me chamando de gorda?!”, o que também não ia terminar bem pra mim. Aí eu notei que um cara que está tentando perder peso defendendo o direito de alguém de se manter no peso que quiser é meio hipócrita, o que novamente não ia terminar bem pra mim. E por fim eu notei que teria que admitir publicamente que vi Malhação, e isso também não ia terminar bem pra mim. Ainda que isso eu já tenha feito. Hum.</p>
<p style="text-align:justify">Como eu disse, eu não deveria ter escrito este post. Evidentemente não vai terminar bem pra mim.</p>
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		<title>Diego Alemão orgulhosamente apresenta&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 12:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joão baldi jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desocupações]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Neves]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://s3.amazonaws.com/data.tumblr.com/tumblr_kxsgpdo62w1qaay90o1_1280.jpg?AWSAccessKeyId=0RYTHV9YYQ4W5Q3HQMG2&amp;Expires=1270210827&amp;Signature=Gbnr8Qaf5OG1Zup%2BIsC%2FAowsvKw%3D" alt="" width="426" height="286" /></p>
<p style="text-align:justify">E com um certo atraso chega as bancas (metaforicamente falando) mais uma edição do <strong>Farrazine</strong>, dessa vez a de número <strong>15</strong> (que chega surpreendentemente após a 14 e impressionantemente antes da 16). Nesta edição de pura magia, ginga e malícia, abordamos a cultura pop marota e moleque, sem medo de ser feliz, com contos (incluindo um meu, mas que vocês provavelmente já leram, “Horóscopo”), entrevista com o Manoel de Souza, da revista “Mundo dos Super-Heróis” e matérias sobre os 75 anos da DC Comics e a geração beat, entre outros assuntos totalmente relevantes para a sua vida e sem o qual a sua existência perderá todo o sentido e significado (ou talvez eu esteja exagerando porque não sou muito bom em fazer propaganda). Em suma, baixe que tá legal. Para baixar clique <a href="http://bit.ly/cxqDa8">aqui</a>, para ler online clique <a href="http://bit.ly/bJCgrT">aqui</a> e para ir até uma entrevista em que Wagner Moura diz que gostaria de ser amigo de Mallu Magalhães, te fazendo exclamar um “wtf?!”, clique<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u714937.shtml"> aqui</a>.</p>
<p style="text-align:justify">
<p style="text-align:justify">E claro, ainda falando em projetos paralelos (“estou desenvolvendo um programa sobre esportes radicais e turismo e me preparando pra minha carreira como ator”) também nasceram, basicamente motivados por reuniões longas e projetos profissionais de andamento duvidoso (“rapaz, tô precisando que tu faça um aviso sobre não poderem cozinhar miojo na cafeteira do andar, rola?”), o <a href="http://porraanao.tumblr.com/">“Porra, anão”</a> e o <a href="http://lesbicanecrofila.tumblr.com/">“A piada da lésbica necrófila”</a>, dois tumblrs que se unem ao <a href="http://magicpagode.tumblr.com/">&#8220;Magic Pagode&#8221;</a> na lista de coisas das quais eu vou me envergonhar quando tiver maturidade pra isso.</p>
<p style="text-align:justify">
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